sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Bolo de flocos


Massa Pão-de-ló
Pão-de-ló 125g
Água 25ml
Ovos 62g
Cacau em pó 6g
Massa Satin Cream Cake
Satin Creme Cake 125g
Ovos 56g
Água 30ml
Óleo 25ml
Cacau em pó 6g
Ingredientes Recheio
Ambiante 500g
Decorcrem negro 250g
Ingrediente Cobertura
Harmony Cold Neutro 170g
Ambiante 400g
Chocolate meio amargo picado 100g
Ingredientes Calda
Leite de coco 40g
Água 40ml
Leite condensado 4g
Rendimento 1 bolo de 1.963g

Massa Tegral Pão-de-Ló:
. Misturar todos os ingredientes na batedeira, misturar em velocidade alta por aproximadamente 4 minutos ou até obter uma massa leve e homogênea. Reservar.

Massa Satin Creme Cake:
. Misturar todos os ingredientes na batedeira (utilizar batedor raquete) e misturar em velocidade lenta por aproximadamente 3 minutos ou até obter uma textura lisa.

Massa Tegral Pão-de-Ló + Satin Creme Cake:
. Juntar as duas massas e colocar em uma forma redonda de 20cm untada com Untak.
. Colocar para assar em forno à 180ºC por aproximadamente 30 minutos.

Calda:
. Homogeneizar os ingredientes e aplicar nas três partes do bolo.

Recheio:
. Derreter o Ambiante e o Decorcrem Negro, colocar na batedeira (utilizar batedor globo) em velocidade média até ficar cremoso e liso.
. Rechear o bolo em duas partes de 375g do recheio com o formato luna.

Cobertura:
. Bater o Ambiante em velocidade média (utilizando o batedor globo) por aproximadamente 3 minutos, até obter um creme liso e suave.

Montagem
1 - Dividir o bolo em 3 partes.
2 - Aplicar a calda.
3 - Aplicar as duas camadas de recheio e modelar em formato de luna.
4 - Cobrir o bolo no formato de luna e alisar com acetato.
5 - Aplicar a cobertura e o Harmony Cold Neutro em cima do bolo.
6 - Fazer a decoração pitanga em toda a lateral do bolo.
7 - Colocar raspas de chocolate por cima do bolo.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Cup-pops essa novidade e muito boa!!!!


Amei essa ideia de cupcake no palito na verdade se chamam cup-pops , porque pode ser entregue como lembrancinha para as pessoas, e não precisa ser só em festa infantil não...
O Cupcake (cup-pops) tem um charme incomparável...
Portanto, pode ser dado para todos, não só em festa infantil...

Cake Pop – bolo no palito

DADOS DA RECEITA

•10 minutos

•30 porções

INGREDIENTES

1 bolo de chocolate simples

Leite condensado

Creme de leite

Chocolate meio amargo derretido

Granulado

Palitos de churrasco sem pontas

MODO DE PREPARO

Desfaça o bolo com os dedos, formando uma farofinha granulada. Acrescente pouco a pouco o leite condensado e creme de leite, para fazer uma mistura homogênea sem estar muito úmida. Uma parte de leite condensado para duas partes de creme de leite. E misture bem.

Faça bolinhas com a massa e deixe no freezer por 40 minutos.

Banhe a ponta de cada palito no chocolate derretido e espete em uma bolinha de bolo. Banhe a bolinha no chocolate, retire o excesso, salpique granulado e deixe secar espetado em uma base de isopor. Dicas: Procure usar um bolo um pouco menos doce ou então diminua o açúcar na hora do preparo da receita escolhida.

Se preferir, utilize metade do chocolate amargo e metade ao leite.

No blog Chocorango tem o vídeo nesse post aqui para quem preferir.

No Bakerella também tem cake pop para todos os tipos e gostos, com milhões de passo a passo.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

HISTÓRIA DA CONFEITARIA NO BRASIL


HISTÓRIA DA CONFEITARIA NO BRASIL
A história da confeitaria e especificamente dos bolos, no Brasil, se desenvolveu tendo como pano de fundo a miscigenação tão cracterística de nosso país. A princípio, os doces conventuais portugueses se difundiram, mas logo foram sendo enriquecidos por ingredientes nativos, como frutas em geral e mandioca. O constante contato com Portugal fazia com que chegasse ao Brasil todas as novidades e modas na corte portuguesa, vindo daí as primeiras influências da confeitaria francesa.
O ciclo da cana-de-açúcar teve também papel fundamental, pois havia abundância de matéria prima para a produção de doces.
Nos Engenhos e fazendas, fazia parte do lazer das Sinhás o preparo de doces, bolos e compotas, além de ser uma habilidade fundamental para as jovens. Surgiram receitas desenvolvidas pelas ricas famílias do nordeste, conservadas à sete chaves:Bolo Souza Leão, Bolo Fonseca Ramos, Bolo Luís Felipe, e outras feitas em homenagem à personalidades em geral.
As ordens religiosas portuguesas tiveram grande influência. Trouxeram o hábito de produzir doces nos conventos, que se justificava por variados motivos:Em Portugal, foram os conventos os responsáveis pelo desenvolvimento das melhores técnicas de cozinha, pois há séculos serviam de hospedagem para Reis e Rainhas quando viajavam. Por outro lado, quando o Marques de Pombal impôs sérias restrições financeiras às Ordens religiosas, estas começaram a produzir doces para vender e garantir sua sobrevivência.

No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes em substituição à farinha de trigo, ingrediente escasso A massa de mandioca tornou-se o ingrediente principal de bolos absolutamente espetaculares. O uso do leite de coco, costume trazido pelos escravos de Moçambique, também marcou nossa confeitaria.
Segundo o livro “História da Confeitaria no Mundo”, o bolo das Bodas de Prata da princesa Isabel, com Conde d´Eu, em outubro de 1889, foi um bolo de massa de mandioca:
“Massa de mandioca mole ou carimã, leite de coco, gema e clara de ovos, açúcar branco, sal e manteiga. Mistura-se bem e peneira-se amassa, levando-a a assar em forma untada de manteiga. Uns quarenta minutos, em forno esperto. Está no ponto quando, metendo-se um palito, este sai enxuto. Tira-se com cuidado da forma porque o bolo pode partir-se. A ciência é conseguir a crosta bem assada e o conteúdo ligado mas tenro por igual.”

Os primeiros doces genuinamente brasileiros foram o pé-de-moleque, a paçoca a rapadura, a mãe benta (espécie de broa), a cocada, os Quindins de Iaiá, além dos bolos de mandioca.

O primeiro bolo de farinha a se adaptar no Brasil foi o Pão-de-ló, de origem portuguesa. Rapidamente, tornou-se bastante popular, e até hoje, é um dos preferidos para bolos recheados. Antigamente, e sobretudo em Portugal, era hábito consumir o pão-de-ló em fatias, torradas, acompanhando o chá, café ou vinho do Porto.

Os imigrantes europeus tiveram enorme influência nos hábitos brasileiros, inclusive na confeitaria. Ingredientes, técnicas e receitas foram introduzidas a partir do início de século XX.


outras fontes

A palavra Confeitaria vem do latim "Confectun" e significa aquilo que é confeccionado com especialidade.
No Brasil, as Confeitarias chegaram por volta dos anos 50 e 60, vindos principalmente da França, famosa como centro dos doces refinados e requintados, e da Áustria com seus doces e tortas finas como Stollen, o Aplfelstrudel e outras delícias.
Nessa mesma época, os confeiteiros estrangeiros traziam a técnica do manuseio do chantilly, do Creme Paris,da massa folhada, do Fondant e foram obrigados a trabalhar nas padarias, pois eram raras as Confeitarias exclusivamente doceiras.
A comercialização da Confeitaria que temos atualmente, começou com a influência dos imigrantes franceses, italianos, portugueses e alemães e com a introdução de novos equipamentos e máquinas que facilitam o trabalho do confeiteiro, que passou a ter mais tempo para ler e desenvolver receitas mais requintadas, melhorando a qualidade dos doces.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Workshop de chocolate com Flavio Federico


Workshop de chocolate estreia no Mais Você
http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL1655018-10345,00-WORKSHOP+DE+CHOCOLATE+ESTREIA+NO+MAIS+VOCE.html


Falta um mês para a Páscoa e está é a hora para quem quer fazer os ovos de Páscoa em casa, seja para dar de presente para algum amigo ou para ganhar dinheiro e reforçar o orçamento da família. Por isso, estreou no Mais Você desta quarta, 23 de março, o Workshop de chocolate com o chef Flavio Federico, especialista premiado em confeitaria. “Quando vamos trabalhar com chocolate, a gente tem que falar em dois cuidados muito grandes: temperatura e água. Se cair uma gota de água no chocolate derretido, estraga o chocolate. Todos os utensílios têm que estar muito secos”, explicou o chef. Portanto, a primeira coisa a se fazer para trabalhar com chocolate é aprender a fazer uma boa temperagem. Isso vai determinar se o seu chocolate, bombom, ovo de páscoa fiquem brilhantes, na textura mais correta e que derrete na boca!


Na primeira aula, os alunos Guaracema Fraga, Ivaneide Alves, Gustavo Trost e Hugo de Carvalho conheceram os diferentes tipos de chocolate, aprenderam como usar a forma de ovo de Páscoa e como deixar o chocolate brilhante, bonito para ser vendido e dar aquela água na boca. “O chocolate amargo é derretido a 45º, no máximo 50º. O chocolate ao leite e branco, a 40º e não pode passar disso. A diferença é pouca, mas faz diferença. O melhor jeito de medir, é através do termômetro”, ensinou Flavio Federico.


Por isso, para começar a trabalhar com o chocolate, é preciso estar bem equipado. O Mais Você preparou um Kit composto de: pedra de mármore de 50x35, formas de silicone, grade para secar chocolate, espátula, garfinhos especiais para bombons, termômetro, um pacote com embalagens para trufas, livro dos 10 anos Mais Você, DVD de receitas, fichário de receitas e uma folha de silicone para os bombons secarem.




DERRETENDO O CHOCOLATE:
No fogão: Para derreter o chocolate use uma panela para banho-maria ou um recipiente tipo tigela (de inox, de porcelana) sobre uma panela com água (essa panela um pouco maior que a tigela para ficar encaixada). A tigela não pode ter contato com a água. Pique o chocolate em pedaços médios e uniformes e coloque-os na panela ou no recipiente. Coloque o recipiente sobre uma panela com água quente e apague o fogo assim que a água borbulhar. Quando começar a derreter, mexa para homogeneizar.

No micro-ondas: coloque a quantidade de chocolate PICADO em uma tigela ou recipiente próprio de micro-ondas e programe seu micro-ondas para 30 segundos. Retire a tigela do micro-ondas e mexa o chocolate com uma colher. Neste momento o chocolate não vai parecer que está começando a derreter, mas o processo é assim mesmo. Volte a tigela para o micro-ondas e programe mais 30 segundos. Retire a tigela do micro-ondas e mexa novamente com uma colher. Repita o procedimento, sempre programando 30 segundos, até que o chocolate esteja liquido e derretido.

DICAS:
- Jamais derreta o chocolate diretamente sobre o fogo, pois ele poderá queimar.
- Não programe seu micro-ondas para mais tempo que 30 segundos para ganhar tempo, pois seu chocolate vai queimar
Após o derretimento, pode-se esfriar o chocolate de duas maneiras:

No mármore: despeje o chocolate derretido no mármore e com duas espátulas vá fazendo movimentos no formato do número 8 (ou movimentos para frente e para trás) e raspando uma espátula na outra. Faça isso até que o chocolate engrosse à medida que esfria. Neste momento o chocolate está temperado.

Na tigela: você pode colocar o chocolate derretido em uma tigela e acrescentar chocolate bem picado (o peso do chocolate picado você calcula assim: coloque 1/3 do peso do chocolate derretido em chocolate picado, ou seja, se você derreteu 900 g de chocolate adicione 300 g de chocolate picado) e mexa bem até que o chocolate picado se desmanche e os dois chocolates fiquem bem incorporados. Neste momento o chocolate está temperado.
O chocolate deve se aquecido novamente (no fogão ou micro-ondas) até 32º C para trabalhar.

Temperaturas:
Chocolate derretido a 40º C a 50º C
Chocolate temperado: 27 a 28º C
Chocolate temperado para trabalhar: 32º C
Para conferir o resultado, retire uma amostra do chocolate e encoste-lhe uma espátula. Se estiver bem temperado, endurecerá rapidamente.


Chef Flavio foi um prazer, trabalhar com vc uma semana, mas para o meu aprendizado, foi muito bom obrigado.

Workshop de chocolate: Trufas e bombons metalizados para fazer na Páscoa


O workshop de chocolate estreou na última quarta-feira mergulhando na temperagem dessa doce delícia. Nesta quinta, 24 de março de 2011, Ana Maria Braga e o professor Flávio Frederico mostraram segredos e técnicas para fazer bombons e trufas espetaculares. O especialista ensinou a bater o chocolate da forma certa, deixar a casca do bombom fininha e decorar as formas com manteiga de cacau colorida e corante, que pode ser líquido ou em pó.

O corante líquido deve ser especial para chocolate, que é lipossolúvel. “Ele é diferente do corante líquido de bolo, que é solúvel em água. Tem que ser específico para chocolate”, frisou. Já o corante em pó, pode ser o alimentício comum. Canudinho de refrigerante, transfers e placas de vidro texturizado são usados para decorar os bombons e trufas. “Você compra em lojas especializadas em chocolate e confeitaria”, instruiu.

As trufas de chocolate são uma imitação das trufas naturais, um tipo de cogumelo que nasce sob a terra e existe na cor branca ou negra. Os italianos chamam a delícia de tartufo. Já as de chocolates são consideradas o ouro negro da chocolataria. Para ficar bem fiéis às trufas da natureza, elas são banhadas em chocolate em pó para parecer terra. Dizem que nasceu do erro de um chefe austríaco no século 19 quando ia preparar a sobremesa para um banquete no palácio. Flávio mostrou que elas devem ser feitas com delicadeza, uma a uma. 1 kg de chocolate dá para fazer 200 trufas.

Da uma olhadinha, ai gente e muito bom.
http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL1655228-10345,00-WORKSHOP+DE+CHOCOLATE+TRUFAS+E+BOMBONS+METALIZADOS+PARA+FAZER+NA+PASCOA.html

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Saiba quais as coxinhas mais gostosas de SP!!!


Uma dentada rompe a casquinha crocante. Um naco tenro de massa chega ao paladar. O bocado de frango desfiado e bem temperado aparece junto. Deleite na certa.

Essa profusão de sabores e texturas revela a coxinha perfeita. Completam os requisitos um modelado uniforme e uma fritura que não encharca o guardanapo.

Apesar de aparentemente simples, acertar no salgado não é fácil. É por isso que, munido de bloquinho e caneta na mão --e fome na cabeça--, o Guia saiu à caça das melhores coxinhas de São Paulo.

Para a escolha dos locais testados (bares, lanchonetes e confeitarias), coletamos dicas de leigos e especialistas no assunto. A coxinha tinha de estar na boca do povo.

Confira abaixo a avaliação das 20 coxinhas testadas.


1º) Veloso - EXCELENTE
Lugar-comum para se descrever uma coxinha perfeita (R$ 3,50). Frita na hora, tem uma casquinha crocante de dar inveja, uma camada de massa fina e um recheio cremosíssimo que espalha pela boca. Tudo vem ao paladar de uma vez só, em equilíbrio. É impossível comer apenas uma.

2º) Bar do Luiz Fernandes - EXCELENTE
Se você for guloso, dá para comer numa abocanhada só. De tamanho médio e frita na hora, tem formato arredondado.
A camada de massa é fina, mas não deixa o recheio reinar sozinho: o frango vem desfiadinho, bem temperado e com muita salsinha. Coroa o salgado uma casquinha crocante. Custa R$ 3,50.

3º) Bar Número - ÓTIMA
Em um prato, seis minicoxinhas repousam em "nichos". Custam exorbitantes R$ 28. Pequeninas, elas vêm douradas, sequinhas e crocantes. A proporção entre massa e recheio é ideal -impossível comer só massa e vice-versa. Acompanha molho doce de pimenta (coloque só uma gotinha, para não roubar o sabor do salgado).

4º) Frangó - ÓTIMA
Provada na versão individual (R$ 4,60),
a primeira mordida é de massa. A segunda, de massa e Catupiry. São necessárias três dentadas para alcançar o frango, cheio de sabor. Modelada perfeitamente, é frita na hora, com casca crocante e dourada e algumas bolhas estouradas (como um pastel). Vale pelo sabor.

5º) Dulca - ÓTIMA
Pequeno, o salgado é levado todo dia da fábrica, na Barra Funda, para as quatro filiais. Em forminha de papel, repousa na estufa -por isso, a casquinha é murcha. A fritura, porém, deixa a coxinha sequinha e dourada. O recheio, úmido, é bem gostoso.
Informe-se sobre o local

6º) Di Cunto - ÓTIMA
Vendidas em pequenas unidades (R$ 1,50), as coxinhas dividem espaço com diversas friturinhas na vitrine da loja. Mas são as preferidas do público -uma massa leve e saborosa reveste os filetes de frango, que têm tempero na medida e desmancham na boca. Para coroar, a guloseima é envolta numa casquinha crocante, sem excesso de óleo. Esqueça a dieta e vá preparado para não pedir uma só.
Informe-se sobre o local

7º) Filial - ÓTIMA
O preço pode assustar os mais desavisados: neste bar, a coxinha custa R$ 6,50. Mas quem é amante do salgado não hesita em pedir, já que a receita é caprichada. De tamanho médio e formato alongado, a guloseima destaca-se por ser sequinha e crocante. A massa, de tempero equilibrado, esconde um recheio farto.
Informe-se sobre o local

8º) Ugue's - BOA
Longilínea, a coxinha (R$ 4) é frita na hora e apresenta empanado crocante. A massa é saborosa, macia e vem na medida certa. Mas a cozinha cometeu deslizes: o salgado veio à mesa dourado demais e faltou sabor no recheio, feito de pedaços inteiriços de peito de frango.

R. Mq. de Itu, 1.039, Vila Buarque, Centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11 3661-3197. 60 lugares. Seg. a sáb.: 11h30 às 24h.

9º) Doce & Cia - BOA
O recheio é branquinho e gostoso, em quantidade suficiente para um bom casório com a massa macia e bem temperada (o dono não revela a receita). Apesar de repousar frito na estufa, não resseca. É feiosa, um tanto alongada, e tem tamanho entre a coxinha de coquetel e a de boteco. O valor é R$ 2,70, sem Catupiry.

R. Fradique Coutinho, 527, Pinheiros, zona oeste, 3819-5921. Seg. a sex.: 7h30 às 22h. Sáb.: 7h30 às 21h. CC: AE, D, M e V.

10º) Praça Cheese - BOA
Um salgado bonito, bem formatado, repousa na estufa. Apresenta fritura sequinha, dourada por igual, e empanado aderente. A massa não emociona, mas o recheio, sem cor viva, compensa pelo sabor e pelas carnudas lascas de frango. O preço é R$ 3,50.

R. Álvaro Anes, 25, Pinheiro, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11 3812-1857. Seg. e ter.: 7h30 às 24h. Qua. a sex.: 7h30 à 1h. Sáb.: 7h30 às 20h.

11º) BH Lanches - BOA
Gorducha (R$ 3), quase vale por uma refeição e costuma alimentar os notívagos que aparecem por ali. Precisa-se dar mais de uma mordida para se chegar até o recheio. Apesar de massuda, mostrou uma massa bem saborosa, tal qual o frango, de coloração avermelhada. Cuidado com o molho de pimenta.

R. Augusta, 1.533, Consolação, Centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11 3283-3653. Seg. a dom.: 24h.

12º) Ofner - BOA
O recheio, de lascas bem desfiadas de frango, é farto e quase se confunde com a massa, saborosa e macia -de tão mole, fica levemente amassada. Uma pena ser servido oleoso e com casca dura, que faz mastigar feito chiclete. Custa R$ 5, sem Catupiry.
Informe-se sobre o local

13º) Frutaria Santo Eduardo - BOA
Bem modelada, mas tem casquinha com alguns "relevos". Perdeu pontos pelo guardanapo encharcado de óleo e pela necessidade de se dar mais de duas mordidas para encontrar o recheio. Compensa, porém, pelo bom sabor. Feita com batata, a massa é gostosa e orna com o recheio, soltinho. Vale R$ 4.

R. Curuçá, 1.048, Vila Maria, zona norte, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11 2954-4608. Seg. a dom.: 10h à 1h.

14º) Coco, Cravo e Canela - BOA
Repousa em uma estufa e, mesmo assim, é servida levemente fria. Tem quantidades compatíveis de recheio e massa, que poderia ser mais macia. O frango é alaranjado e bem desfiado, mas não emociona no paladar. Custa R$ 3,50.

R. Cardeal Arcoverde, 1.942, Pinheiros, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11 3032-9505. Seg. a sáb.: 7h30 às 20h30. Dom.: 9h às 20h30. CC: D, M e V.

15º) Yokoyama - BOA
Já frito, o salgado (R$ 5,80) descansa próximo aos tachos de óleo do pastel -pecou por estar morno na hora de servir. A massa é feita de batata, e, apesar de agradar ao paladar, parece que se está comendo um purê. Em conjunto com o frango desfiado (gostoso), lembra mais um fricassê que uma coxinha.

16º) Santa Coxinha - REGULAR
Feita com massa de batata, a coxinha da casa (R$ 3,50) não é de empolgar. O recheio, apesar de farto, é seco e tem excesso de tempero. Ponto para a massa, que é levinha.

Pça. República Lituana, 73, Vila Zelina, zona leste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11 2345-4249. Seg. a sáb.: 10h às 22h30. CC: AE, D, M e V.

17º) Clube da Coxinha - REGULAR
O salgado (R$ 3) é conservado na estufa. Uma rachadura na base tirou a boa impressão. A massa de batata estava com sabor de farinha e dominou o paladar até se alcançar o recheio, quase moído..

R. Luís Góis, 1.009, Mirandópolis, zona sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11 3804-0181. Seg. a sáb.: 10h às 19h. CC: M e V. E outro endereço.

18º) Rosima - REGULAR
Bem gordinha, quase redonda, a coxinha (R$ 4) veio com a base rachada pelo calor, provavelmente da estufa. O sabor do recheio foi roubado pelo da massa: estava um bocado salgada, tinha gosto de farinha e veio em quantidade desiquilibrada.


19º) Starbucks - REGULAR
A rede internacional serve coxinhas para conquistar o público brasileiro. Com textura de purê, a massa é bem amarela e ganha companhia, logo na primeira abocanhada, do frango. O recheio, entretanto, estava moído e frio no centro. O "minutinho" no forno não foi suficiente para aquecê-lo, apenas para deixar o salgado retorcido e com as pontas escuras. A casca desmanchou-se toda antes mesmo de ser mordida. Custa R$ 4,90.


20º) Barcelona - RUIM
Ao contrário do salgado servido com Catupiry, a versão sem o queijo (R$ 3,90) estava dourada demais, com gosto de queimado na casca, ofuscando o sabor da massa. Vem com uma charmosa pontinha, que imita um osso de galinha.

Dona Deôla




O já tradicional café da manhã da Dona Deôla agrada todos os gostos, proporcionando um começo de dia perfeito.Você vai encontrar uma farta mesa com leite, chocolate, café, chás, sucos, iogurtes, cereais, frutas, rabanada, tapioca, roscas, pães, ovos mexidos, omelete, bacon, frios, salsicha, mel, geleia, manteiga, bolos e muito mais delícias.Lojas Pompéia, Alto da Lapa e Granja Vianasábados, domingos e feriados, das 7h às 14hLoja Higienópolis Sábados: das 6 às 11h30Domingos: das 6 às 14h
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Eu recomendo , a se vcs forem na unidade da lapa, eu recomendo rsrsrs pois trabalho nessa unidade.